

De 16 a 19 de junho de 2022, cicloturistas, produtores rurais, comerciantes e agroecologistas se reuniram em São Pedro de Alcântara, em Santa Catarina, para fazer acontecer a primeira edição do festival Ciclofest Rural.
Práticas sustentáveis de produção local, turismo de base comunitária e cicloturismo se encontraram ali, entre debates, oficinas, bate-papos, vivências, rotas cicloturísticas, visitas às propriedades privadas e patrimônios culturais e naturais da região.
O município escolhido para ser o protagonista do primeiro Ciclofest foi São Pedro de Alcântara e Águas Mornas, Angelina e Antônio Carlos, cidades vizinhas, também fizeram parte das rotas de cicloturismo, que teve como objetivo principal contribuir para o fortalecimento da produção local, a valorização da agroecologia e a promoção do turismo sustentável .

O Ciclofest Rural 2022 reuniu um conjunto de rotas de 220 quilômetros e 6.500 metros de altimetria, que contou com a adesão de mais de 50 cicloturistas de 8 estados brasileiros. Eles exploraram a região com suas belezas e aventuras e visitaram vários empreendimentos rurais do destino.
Por: Nathachi Aventureira @nathachi_aventureira e Lica @triskelbike
Ainda inspiradas pelas colinas, cachoeiras e cascadas da região, vamos compartilhar relatos, testemunhos e histórias dos trajetos e experiências vividas nos quatro dias do Ciclofest Rural 2022, em São Pedro de Alcântara. Confira!
A Casa de Cultura de São Pedro de Alcântara foi o ponto de encontro para os cicloturistas, que vieram de diferentes estados brasileiros. Antes de começarem as atividades do dia, a organização do evento realizou o credenciamento e a retirada dos kits dos participantes, com a camiseta e o copo oficiais do Ciclofest e com a simpatia na recepção de Ana Paula da Imobiliária Terras Prósperas e da Amanda do Rancho Revoada.
Estava sendo servido um típico café da manhã colonial na cozinha da Casa de Cultura, onde todos se abasteceram para seguir pedalando até o Sítio Nossa Senhora de Fátima, local que sediou o evento. O café contou com diversos quitutes, com doces, salgados, bolos e café, preparado e organizado com carinho pela Márcia da Guter Platz, um delicioso suco do Recanto dos Morangos, e a gentil recepção do anfitrião Daniel, Gerente Cultural de São Pedro de Alcântara.
A Casa de Cultura foi o melhor ponto de boas-vindas, capaz de abastecer todos também com muita história presente na cidade e em outras rotas da região.
O prédio é da década de 40 e está bem conservado. O acervo com fotos e livros conta a história da cidade – primeira colônia alemã de Santa Catarina – onde os imigrantes chegaram em 1.829. Havia biblioteca, fotos e salas temáticas no segundo andar, contando por exemplo sobre os povos indígenas da região, sobre os tempos da escravidão com homenagem aos negros e sobre a família imperial. Um acervo realmente fantástico e didaticamente apresentado.
A principal atração do dia foi a Cachoeira do Salto, a maior queda d’água do Rio Maruim, que nasce na localidade de Barro Branco, onde é possível ver partes das pedras “lascadas”, local das oficinas líticas dos povos indígenas xokleng. Houve quem arriscou um mergulho nas águas cristalinas e geladas do inverno.
Segunda parada: No Alambique do Zé Folia, onde foram degustadas as cachaças e a Campari, artesanais e produzidas ali, com o atendimento sempre bem-humorado do Jonas, filho do anfitrião da casa.
Ao longo do pedal, os cicloturistas passaram por alguns casarões antigos bem conservados, datados de 1.920 e de outras décadas do passado. E seguiram para o Barro Branco, rumo a sede do evento – o Sítio Nossa Senhora de Fátima @sitionsf.
Depois de um delicioso almoço servido pelo Refúgio Barro Branco, em um galpão antigo do sítio que agora toma a forma de uma cozinha semi industrial, os participantes arrumaram as suas barracas e seguiram para o bate-papo da tarde com muitas curiosidades e mediação de Amanda do Rancho Revoada.
Antônio, mais conhecido por Toninho @toninho_li, Cristina @sitionsf, Ana Paula @terrasprosperas, Vinícius @vinapermacultura e André Luiz @cogumelo.damata e @refugio.barrobranco, falaram sobre os novos rurais, ou neo rurais, como alguns referem-se às pessoas que saíram dos grandes centros urbanos para morar no campo e nele, buscar uma nova forma de gerar renda e trabalho ou somar junto à comunidade de forma a pertencer a essa nova realidade.
Em seguida, Mauri Pilati e Camila Maciel da Gralha Azul Aventuras, falaram a respeito da Rede de Colaboração para o Turismo de Base Comunitária e Sustentável do município do Rio Turvo, no estado do Paraná.
Nesta tarde, todos tiveram breves noções sobre navegação e orientação em uma aula com Pedro Mallmann e os mapas das rotas ficaram disponíveis para todos navegarem. Cada um podia escolher a experiência que melhor lhe servia, para quem buscava aventura ou contemplação. Com visita a produtores rurais identificados nos mapas ou deixar se levar ao acaso e conhecer outras realidades.
Do jantar, os participantes seguiram para uma Festa de Boas-Vindas, com direito à fogueira, sanfona e cerveja. Lembrando que no dia seguinte, a yoga iniciava às 06h00 e o pedal sempre exigia corpo e mente descansados.
Neste dia e após a prática matinal de Yoga com a Gi @bike_gi, a missão principal era escolher uma das rotas sugeridas na tarde anterior durante a aula de orientação e navegação, formar grupos e ser feliz! Ou seja: PEDALAR!
As rotas eram em localidades próximas, ali por São Pedro de Alcântara, Antônio Carlos e Águas Mornas, eram elas: Canto do Schultz, Rocinha e Invernada saindo e retornando ao Sítio Nossa Senhora de Fátima.
Na Rota Invernada, apesar de ser uma das mais leves, todos começaram enfrentando subidas até a vista do Refúgio Pedra Parada, onde pararam para tirar fotos nas plaquinhas, conversar com moradores e alguns do grupo se divertiram experimentando a bike reclinada de um dos integrantes.
Após essa parada, seguiram para a vista da cachoeira e depois retornaram por outro trajeto com uma super descida, até encontrarem a via principal para voltar ao Sítio Nossa Senhora de Fátima.
Curtiram muito e no final, alguns ciclistas desviaram até a parada sugerida no Pesque e Pague do Valtimar, para visitar esse local. Foi muito divertido para todos e sentimos que teve importância para o Seu Valtimar também, com seu atendimento nota 10!
Apesar da parada extra, todos chegaram a tempo de mais uma refeição incrível do Refúgio Barro Branco, sempre com opções veganas e vegetarianas.
Os outros participantes chegavam de outras rotas e contaram como foram suas experiências. Cada rota com suas particularidades, mas todas de igual beleza natural e com altimetrias que desafiavam os cicloturistas a se esforçarem.

Exclamavam os participantes ao chegarem: “Parece que nunca mais íamos parar de subir! Dizem até que Deus dá uma puxadinha com a mão na turma, para seguir subindo e não desistir!” Depois de chegar a uma antena, de onde se pode ver a paisagem de longe, se abasteceram, descansaram e começaram a pedalar na descida, repleta de aventura, entre tocos de madeira, trilha técnica, barro, vacas, algumas cercas que devem ser evitadas para não arrepiar os cabelos e claro que tem sempre aquele que compra um terreno! Ou na linguagem dos dias de hoje: leva um tombo digno de Reels no Instagram!
Um roteiro mais intenso, com subidas longas, descidas intermináveis, florestas, descampados, rios, cidade, florestas, plantações de bergamota… Assim, a paisagem vai mudando e as pernas entrando no ritmo: “Não quero parar, não quero parar!” Esses aqui chegaram bem cansados! Afinal, cerca de 50 km com 1.300m de altimetria, fácil não foi!
E a programação seguia para o momento do bate-papo com o Luciano e o Gustavo do blog e canal Expandindo Mundos @expandindomundos, da Ana @anananaclara do Projeto Cicloflorescer @cicloflorescer e da Nathachi Aventureira @nathachi_aventureira sobre Experiências grandiosas e minimalistas do cicloturismo.
Eles contaram como a bicicleta entrou em suas vidas, das questões envolvidas nas viagens, sobre como deixar uma capital, praticar voluntariados, conhecer pessoas boas e aprender durante a jornada, cada um com a sua mensagem.
Gustavo e Luciano (Expandindo Mundos) disseram: “Partilhamos a vida simples e significativa espalhando sementinhas de novas possibilidades […] A abundância vem de compartilhar!”
E Ana (Cicloflorescer), que é guardiã de sementes crioulas e leva essa missão nas suas cicloviagens, falou tão sinceramente sobre a sua jornada de transformação e de histórias engraçadas com Isaura, sua parceira de projeto, que deu vontade de sair dali pedalando com ela!
A seguir, houve a palestra da atleta, vice-campeã do estado do RS e também Engenheira Florestal Meri Diana @meridiana.sf que, além de explicar muito bem sobre as modalidades do esporte em questão de competições e dar dicas de rendimento e segurança na bicicleta, ainda contou e inspirou sobre como une a agroecologia com seu amor pela bike, em lugares como por exemplo, a Serra dos Tapes com a Via Ecológica – que também percorre empreendimentos rurais, assim como o modelo do Ciclofest Rural, do turismo de base comunitária.
Chegou a hora da esperada palestra de Luciano Trevisan, da empresa pioneira em Bikepacking no Brasil, a Aresta Equipamentos! De forma clara, objetiva e bem-humorada, Luciano explicou sobre o setup de Bikepacking que usa e que produz. Com sua bicicleta “montada”, demonstrou como funciona cada bolsa e o que leva dentro dos princípios da autossuficiência. Também falou do material utilizado e sobre quais são as possibilidades e funcionalidades desse estilo de viajar leve, o Bikepacking!
Pra finalizar o dia, Daniel Silveira, nativo e Gerente da Secretaria de Cultura de São Pedro de Alcântara, falou sobre a história local, a colonização, a convivência com os negros, o que eles construíram ali e as merecidas homenagens da colônia alemã ao Tio Marco, um homem que foi escravizado.
Ao longo do dia, houveram diversos sorteios de brindes dos parceiros do Ciclofest Rural 2022: @shambalanaturais, @puresunbrasil, @koenig_framebags, @riorioatelie, @viajantecervejeiro, @apuamarafting e @arestaequipamentos!
Após a rotina matinal no sítio, com yoga e um delicioso café da manhã, seguiram dois grupos por caminhos distintos:
A primeira parada do pedal foi no Sitio Nascente do Arvoredo @sitionascentedoarvoredo. Lá, os cicloturistas conheceram a família anfitriã, totalmente envolvida com a Agrofloresta. Eles fizeram um caldo-de-cana fresquinho para os participantes.
Nathachi exclama: “Conheci a batata yacon! Experimentei… Tem textura de maçã ou pêra, sem açúcar e é muito boa!”
Após tomar caldo-de-cana e comer bergamotas, as pernas estavam prontas para subidas e taca-lhe o pedal! Do sítio até o Refúgio Barro Branco @refugio.barrobranco
Em todos os dias de evento, todos contaram com uma alimentação farta, feita com produtos da região, ovos caipira, legumes e verduras frescas. No menu desse dia, o cogumelo foi a principal atração e os participantes se encantaram com a farofa de banana feita na fogueira por Gustavo do Refúgio Barro Branco e a sobremesa de abóbora na gamela! Feita por Aizita @aizita_beatriz!
Tudo estava maravilhoso! Aqui neste link, você pode conferir um pouco do que nos reservou.
Depois do almoço, todos foram conhecer caminhando, na mesma propriedade, a Cogumelo da Mata @cogumelo.damata. O André Luís mostrou onde e como produzem os cogumelos no local, quais são os tipos e como tudo começou.
Após essa etapa, todos pegaram as bikes e seguiram para o campo, onde o Namastê Agroflorestal @namasteagroflorestal falou didaticamente sobre como nasce uma agrofloresta, mostrou como por exemplo é a sucessão, as árvores, hortaliças e outras espécies vegetais crescendo juntas em um mesmo espaço e “se ajudando umas às outras”, o preparo de uma terra saudável, a proteção do ecossistema, o que é agroecologia, entre outros temas.
Nathachi Aventureira: “Eu, criada numa capital, que só nos últimos anos voltei ao interior e presenciei a importância da agricultura familiar, da comida sem veneno, de comer alimentos saudáveis e regionais, dei um salto de consciência ao ouvir as palestras deste dia, de como é possível fazer diferente, de que o agro não é pop! Mas a biodiversidade sim!”

Outra rota seguiu por Bethânia até Garcia, e de Garcia até Angelina.
No município de Angelina, adentra-se um cenário cultural de colonização alemã para chegar à comunidade de Coqueiros, localidade rural onde está o Engenho de Farinha da família Gelsleuchter. Ele desfruta do potencial hídrico das encostas da serra, sendo movido por uma bela roda d’água. Além de farinha e polvilho de mandioca, o casal de proprietários Celso e Catarina, junto ao seu filho Kiko e a nora Raiza, produzem mel, açúcar mascavo e melado, além de frutas, legumes e verduras.
Buscando uma solução ecológica para suas práticas rurais e diante do avanço do uso de agrotóxicos na região, a família passou a integrar a Rede Ecovida de Agroecologia em 2012 e comercializam os seus produtos com a marca Orgânicos Angelina @organicosangelina. Foi uma das primeiras famílias integrantes da Rede Catarinense dos Engenhos de Farinha e da Comunidade Slow Food Brasil. Além das atividades agrícolas, a família alia o turismo comunitário à preservação desse rico patrimônio alimentar através de visitas agendadas e eventos.
Dona Catarina e Seu Celso mostraram quase todas as etapas do engenho de farinha, que estava a todo vapor. Quase todas porque a farinha já estava no tacho queimando e o cheiro delicioso entrando nos sentidos dos visitantes, já havia passado a etapa do raspador e da peneira. Mas eles demonstraram grande parte do processo da prensa, forno, inclusive a força da água que movimenta a grande roda para a produção de energia do processo.
A família estava toda reunida para nos receber e no fogão de lenha, o almoço sendo preparado. Foi servido um maravilhoso café da colônia, com bolos, pães, tortas, broas de mandioca ou de milho. Geleias, manteiga feita em casa, café, sucos e nossa! Quanto sabor!
Todos saíram do Engenho com afeto no coração e de barriga cheia, que logo começou a esvaziar com algumas subidas à frente. Então, foram serpenteando as margens de uma represa até chegar em Angelina. No caminho, a generosidade de moradores que ofereciam bergamotas, que sempre eram aceitas de bom grado! De Angelina, foram muitas subidas e descidas geladas, pois o dia já findava e os ciclistas que estavam nessa rota corriam para aquecer o corpo, chegar e se jogar na ducha, para então, após o jantar, festejar o encerramento do festival.
A noite caiu e todos se encontraram contando como foram as experiências do dia. Cerveja, doces, dança e fogueira na Festa Junina do Ciclofest Rural 2022 que teve até quadrilha. O sítio estava todo enfeitado com balões e bandeirinhas e a alegria estava estampada no rosto da turma. Lembravam que um dia foram crianças, aliás, as bicicletas que enfeitavam o campo verde não deixavam ninguém esquecer!

Era hora de acordar cedo, desmontar o acampamento e realizar as despedidas, com a alma cheia de amor.
Fizemos uma roda para os agradecimentos, que inicialmente foram para a família que acolheu o evento no Sítio Nossa Senhora de Fátima – @sitionsf: Cristina, Elisa, Senhor Elísio Finato que produziu as lindas plaquinhas do evento, a Dona Zenaide, que a todos queria sempre abraçar e o Senhor Jaime, discreto mas pronto para ajudar sempre no que precisássemos. Ao Refúgio Barro Branco, pelas deliciosas refeições e atendimento impecável da equipe. Ao Toninho e Margot que serviram para todos com simpatia e leveza o chopp de cada dia, ao Refúgio Pedra Parada que acolheu parte dos cicloturistas num espaço maravilhoso, a Amanda do Rancho da Revoada que conduziu divinamente os bate-papos, a Fernanda e Lalas da @lalasmotosebikes, pela condução das rotas, mecânica e atenção a todos, a Vinícius Zimmermann @vinapermacultura, Ana Paula e Vanderlei da @terrasprosperas que estavam sempre por perto para ajudar nos detalhes e no que precisássemos.
Alguns já haviam saído de viagem, outros pegaram suas bicicletas para seguir visitando outras cenas da cidade. Foram ao Recanto dos Morangos onde a família de Demirço recebeu a turma com suco de morango e delícias como doces, cucas, tortas, morangos no espetinho com chocolate, bolachas, queijos, mel, geleias, etc.
Passagem rápida na Cachoeira do Salto, seguindo pela Estrada dos Tropeiros, centro da cidade e finalizando com um chopp gelado e uma linda vista na Cervejaria Loop, onde o transfer de retorno foi buscar parte da turma.
E assim foram os 4 dias de encantamento do Ciclofest Rural 2022. Tudo foi pensado, estudado e cuidado para ser uma experiência autêntica e memorável aos participantes. Mas o resultado superou as expectativas de todos: com pessoas, buscas e interesses diferentes e o diverso fez do evento o encontro quase que perfeito, “excesso de exigência dessa que vos fala, Lica”. Muita gentileza, sorrisos e abraços. E fica a mensagem de que sim, é possível integrar o novo com o antigo e o ancestral. E que merecemos uma vida mais plena e harmoniosa, podemos ser melhores e sim, o amor que nos move é transformador!

A Triskel Bike Experiências foi a idealizadora e organizadora do evento. E sua coordenadora, desde 2018, já participava do grupo de discussão para o desenvolvimento do turismo da cidade. Iniciou desenvolvendo rotas de cicloturismo nas áreas rurais, fomentando a vinda de turistas e vinha contribuindo para o fortalecimento de uma rede de pessoas e instituições em busca de promover o turismo de forma responsável na região.

Como primeira edição, foram vários desafios a vencer, mas que foram superados porque contou com uma ampla rede de apoio:
O Ciclofest Rural 2022 só foi possível graças à rede de pessoas que contribuíram para a sua viabilização, contando com 15 empreendimentos apoiadores, instituições públicas, patrocinadores e fornecedores de produtos locais. Dentre eles:
Cogumelo da Mata: https://www.instagram.com/cogumelo.damata
Delícias da Roça: https://www.instagram.com/deliciasdaroc
Guter Platz: https://www.instagram.com/guterplatz.sc
Recanto dos Morangos: https://www.instagram.com/recantomorango
Sítio Nascente do Arvoredo: https://www.instagram.com/sitionascentedoarvoredo
Sítio Rancho da Revoada: https://www.instagram.com/ranchorevoada
Refugio Barro Branco: https://www.instagram.com/refugiobarrobranco
Loop Cervejaria: https://cervejarialoop.com
Arte e Sabor: https://www.instagram.com/feiraartesabor
Koenig Framebags: https://www.instagram.com/koenig_framebags
Riorio Ateliê: https://www.instagram.com/riorioatelie
Aresta Equipamentos: https://www.instagram.com/arestaequipamentos
Engenho Dona Catarina: https://www.instagram.com/engenhosdefarinha.sc
Apuama Rafting: https://www.instagram.com/apuamarafting
Madre Terra Artesanal: https://www.instagram.com/madreterraartesanal
PureSun: https://www.instagram.com/puresunbrasil
Instituições:
Epagri SC: https://www.instagram.com/epagri
Prefeitura Municipal de São Pedro de Âlcantara: https://www.instagram.com/prefeiturasaopedrodealcantara
LEAP UFSC
DEAP
Patrocinadores:
Shambala: https://www.instagram.com/shambalanaturais
Lalas Motos e Bikes: https://www.instagram.com/lalasmotosebikes
Refúgio Pedra Parada: https://www.instagram.com/refugiopedra_parada
Terras Prósperas Imóveis Rurais: https://www.instagram.com/terrasprosperas
FatBike Floripa: https://www.instagram.com/fatbikefloripa
Sítio Nossa Senhora de Fátima: https://www.instagram.com/sitionsf
E mais parceiros e fornecedores do Ciclofest Rural 2022: Vinícius, Queijo da Cida, pães da Aditi, Ivete, Sergio, Renata, Zé Folia, Pesque Pague do Valtimar e Paula da Biscoitos Junkes.
Site, programação e mídias sociais
Palestrantes e convidados especiais
Pau pra toda obra